quinta-feira, dezembro 10, 2009
UM MISTO DE DOR E ESPERANÇA
Hoje, no supermercado, como quem não quer a coisa, abri a revista em que o caso da Carmen aparece detacado na capa e li a entrevista que foi concedida pela mãe da menina. É um misto de dor, dor sem fim, de esperança, de força e de coragem.
Aqui fica o meu sincero desejo para que o futuro reserve algo de bom a esta família!
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A Carmen é uma lutadora
terça-feira, dezembro 08, 2009
Solidariedade no Brasil II (esclareça-se!)
Mais um vídeo esclarecedor oriundo do Brasil. Uma reportagem passo-a-passo, esclarecendo todas as dúvidas sobre a doação de medula óssea.
Descontando o vocabulário regional e algumas informações mais específicas do país , as informações deste vídeo são universais, bem como a essência da sua mensagem.
(Lembramos mais uma vez, por exemplo, que o limite máximo de idade para se ser doador em Portugal são os 45 e não os 55 anos).
Solidariedade no Brasil (pensar um pouco não custa)
O video que se segue é uma das centenas ou até milhares de mensagens de solidariedade sobre a importância de ser dador de medula óssea, em Língua Portuguesa. Mas... no Brasil. E em Portugal? Vamos continuar apáticos? Já há muitas campanhas personalizadas, inclusivé de angariação de fundos.
Mas aqui , no "Precisamos de ti",não lhe pedimos dinheiro. Pedimos um pouco do seu tempo, da sua solidariedade e de si. Uma ínfima parte de si,da sua medula óssea, que, tal como o sangue, se regenera no dador.
Nota importante: no video é mencionada a idade limite de 55 anos.Isso é aplicável no país irmão. Em Portugal, os dadores precisam de ter entre 18 e 45 anos...
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MAIS UM ROSTO

Teresa Brissos, uma jovem de 17 anos, sofre de leucemia aguda.
É MAIS UM CASO A PRECISAR DE AJUDA. DA SUA AJUDA!
Podemos seguir o caso da Teresa no blogue oficial DERROTAR A LEUCEMIA
POR CADA CASO COM ROSTO QUE É DIVULGADO, QUANTOS ROSTOS ESTÃO ESCONDIDOS EM CADA CASO?
DOAR MEDULA É UM ACTO DE ALTRUÍSMO E DE SOLIDARIEDADE. INDOLOR E INÓCUO PARA QUEM DOA.
Relembramos como pode obter informação sobre como doar medula AQUI
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Dar vida
domingo, dezembro 06, 2009
Claro que vale a pena ACREDITAR!
Tratar a criança com cancro e não só o cancro na criança!
Este é nosso lema, que espelha o que pretendemos com a nossa Associação.
Todos os anos surgem mais casos de cancro infantil. As crianças com cancro e os seus pais sofrem durante anos psíquica, física e economicamente. A experiência mostra que a solidariedade é um factor de extrema importância para ajudar a minimizar os problemas causados pelos longos e difíceis períodos de tratamento.
Por outro lado, é cada vez maior a percentagem dos que vencem a doença.
Vale a pena ter esperança quando se fala em cancro infantil?
A Acreditar é uma Instituição Particular de Solidariedade Social que pretende ajudar as crianças e as respectivas famílias a superar melhor os diversos problemas que se colocam a partir do momento em que é diagnosticado o cancro, contribuindo para fomentar a esperança.
Há, de facto, razões para fundamentar essa esperança: actualmente, cerca de 70% dos cancros infantis pode ser totalmente curada e cada dia que passa se registam progressos na luta contra a doença.
A Acreditar vive essencialmente dos apoios dos seus associados e amigos, do trabalho de voluntários e de um reduzido corpo de pessoal administrativo que assegura a sua gestão corrente.
O seu trabalho reparte-se por Núcleos Regionais: Norte (Porto), Centro (Coimbra), Sul (Lisboa) e Madeira (Funchal), correspondentes aos centros urbanos onde existem hospitais de oncologia pediátrica.
A Acreditar é membro fundador da ICCCPO (Confederação Internacional das Associações de Pais de Crianças com Cancro).
sábado, dezembro 05, 2009
RECOLHA DE SANGUE POR CARMENZITA

Menina de quatro anos procura dador de medula
Realiza-se no próximo dia 9 de Dezembro no Novotel em Lisboa, Av. José Malhoa, uma sessão para colheita de medula destinada a salvar a pequena Cármen, que sofre de leucemia amieloblástica aguda.
A mãe da Cármen lança um apelo a todos para que apareçam no local. «Só precisamos de recolher sangue. Não há que ter medo», explica Bela de Nascimento, que espera um gesto solidário do maior número possível de pessoas.
«A nossa vida mudou. Temos de reinventar a nossa vida todos os dias. Tudo gira em volta dela. O que nos vale é a grande força de vontade que ela tem e a sua alegria de viver. Ela dá-me mais força a mim do que eu a ela», conta Bela.
Os sintomas começaram com uma constipação, acompanhada de uma otite e falta de apetite frequente. Os médicos diziam ser normal. «Passou a estar sempre cansada e a vomitar. Diziam não ser grave, mas insisti e tive a confirmação que era leucemia», lembrou Bela.
A mãe da Cármen lança um apelo a todos para que apareçam no local. «Só precisamos de recolher sangue. Não há que ter medo», explica Bela de Nascimento, que espera um gesto solidário do maior número possível de pessoas.
«A nossa vida mudou. Temos de reinventar a nossa vida todos os dias. Tudo gira em volta dela. O que nos vale é a grande força de vontade que ela tem e a sua alegria de viver. Ela dá-me mais força a mim do que eu a ela», conta Bela.
Os sintomas começaram com uma constipação, acompanhada de uma otite e falta de apetite frequente. Os médicos diziam ser normal. «Passou a estar sempre cansada e a vomitar. Diziam não ser grave, mas insisti e tive a confirmação que era leucemia», lembrou Bela.
SOL
Agora, a família espera que o maior número de pessoas acorra ao Novotel para a colheita de medula, que poderá salvar a pequena Cármen.
Aqui fica também o apelo.
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QUE ENCONTRES O TEU ANJO DE GUARDA
quinta-feira, dezembro 03, 2009
O percurso
Um dia, descobrimos um nódulo. Não. Muitos nódulos, nas axilas foi o meu caso. No dia seguinte estamos no ginecologista, pois o primeiro pensamento vai direitinho para a mama. Andamos meses a tentar descobrir o que seja. Não, está tudo bem. E vimos para casa "descansados"...
Não, não estava tudo bem! Temos a sorte de ter um médico de família interessado e informado. Vai à procura do que será. Logo na primeira consulta lhe dá nome: "A senhora ou tem uma leucemia ou um linfoma." Eu tinha-lhe pedido para ser directo comigo, e ele foi. Estou-lhe grata.
Excluída a leucemia porque os valores do sangue nas análises estavam bem, soube, logo nesse dia, o nome da minha doença "linfoma", só faltava ter as provas científicas que chegaram algum tempo depois.
Imediatamente o caminho foi o da quimio. Nós ficamos nas mãos dos médicos, vemos neles os "salvadores". E regrediu! Imaginam a alegria?
Foi sol de pouca dura... houve uma primeira recidiva e novo tratamento. E regrediu! Mas a alegria já não podia ser a mesma...
E houve nova recidiva... e novo tratamento. Este um malogro.
Experimentemos um tratamento diferente: radioimunoterapia. E regrediu! Mas o sol ainda brilhou menos...
Novo tratamento...
Este será o meu percurso até o meu organismo aguentar...
Maior probabilidade de o sol poder brilhar durante mais tempo ou mesmo de cura? Tansplante de medula óssea.
Nos casos dos linfomas, recorre-se, normalmente, a um tipo de transplante em que é usada a medula do próprio doente que, depois de "tratada", regressa ao seu corpo. Mas a má nova chegaria, assim como quem não quer a coisa... "os transplantadores são da opinião de que a sua medula já não pode ser usada por ter feito quimioterapia demais..." Assim... dito como quem dissessse "hoje não pode ir à horta apanhar feijões..."
Resta-me que apareça um anjo que me guarde... alguém compatível comigo que me possa doar parte de si tão importante para mim.
Resolvi pôr este apelo na minha página do Faceboock e as minhas amigas divulgaram e divulgaram e continuam a divulgar e agora aqui estou eu, a fazer uma coisa que, tempos atrás, para mim, seria impensável: falar sobre o meu caso desta forma...
E, se alguém se inscrever como dador, se não for compatível comigo, que o seja com outra pessoa qualquer, de qualquer parte do mundo. Há por aí tantos como eu!
Para ter informação sobre transplante de medula, pode seguir o link:
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